Niterói - RJ: Cinedebate 1917: A Greve Geral
Estudantes organizam Cinedebate com o documentário “1917: A Greve Geral” de Carlos Pronzato, para arrecadação de alimentos em solidariedades a funcionárias(os) terceirizadas(os) sem receber.
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Estudantes organizam Cinedebate com o documentário “1917: A Greve Geral” de Carlos Pronzato, para arrecadação de alimentos em solidariedades a funcionárias(os) terceirizadas(os) sem receber.
Nesta segunda-feira, 23 de junho, mais um dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo, vários movimentos sociais programaram protestos em Copacabana, bairro onde está montada a arena da FIFA FunFest e onde se concentra boa parte dos turistas. As manifestações, que tinham horários e locais de concentração distintos, se encontraram e se uniram em uma marcha única pela praia de Copacabana, com destino a favela Pavão-Pavãozinho/Cantagalo.
Após uma semana de ocupação, o Secretário de Educação Wagner Victer foi a audiência convocada para esta segunda-feira, 06 de junho, na ocupação da Secretaria de Educação do Estado (SEEDUC), no Santo Cristo, Rio de Janeiro. O objetivo da reunião era a de que as pautas básicas dos estudantes estaduais fossem ouvidas e atendidas pelo governo do estado. No entanto, o secretário dificultou o diálogo e não houve negociação.
Nesta sexta-feira, dia 17, uma grande investigação envolvendo algumas das maiores empresas de produção de carne do Brasil, como a JBS (Friboi e Seara) e a BRF (Sadia e Perdigão). A acusação é de pagamento de propina para funcionários do Ministério da Agricultura, o que envolve grandes partidos políticos (PMDB e PP), e adulteração da carne, que foi comercializada após passado o prazo de validade e com produtos químicos cancerígenos para evitar que o estado precário do animal fosse percebido pelos consumidores.
Foi aprovada pelo senado, na noite desta terça-feira, dia 11, a reforma trabalhista do governo Temer. Antes mesmo da votação, este resultado já era sinalizado pelo senado. As mobilizações que ocorreram durante meses no país não foram suficientes para barrar a reforma que, entre outras coisas, flexibiliza a relação entre empregado e empregador, podendo retroceder diversos direitos conquistados com luta na História.
Às 18h dessa quarta-feira 7 de fevereiro, a banda já estava lá esquentado os tamborins para mais uma edição do Bloco da Ceguinha, um evento crítico-recreativo tradicional de iniciativa da categoria serventuária (servidora pública do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro). Mas o evento conta ainda com a participação de pessoas de diversos setores da classe trabalhadora. Trata-se também duma forma de resistência cultural de incentivo ao Carnaval de rua, respeitoso, democrático, acessível a todo mundo. Uma resistência avessa a qualquer forma de elitização dessa importante festa popular, que hoje (em muitos eventos) fica confinada em clubes granfinos e sambódromos com ingressos caros. Entendemos como negativa a realização de baile de Carnaval a portas fechadas: evento acrítico e meramente recreativo, isolado da rua e do povo.
Ainda pela manhã, o ato concentrava-se em frente à fila do bandejão e os estudantes faziam falas homenageando Bruno Alves e sua luta. às 14:20 da tarde retiraram simbolicamente uma placa que homenageava Sérgio Cabral, Luis Fernando Pesão e o Antigo reitor Ricardo Vieiralves que dava a eles mérito pela construção do Restaurante Universitário. a placa foi retirada e substituída por uma em papel, provisória, nomeando o bandejão de "Restaurante Universitário Bruno Alves" em nome de sua luta por assistência estudantil na universidade.
Bruno estudava história. Era negro, cotista, pai, rapper, trabalhador, e ainda ativista pelas causas sociais que o diziam respeito. Sua luta é lembrada por muitos de seus amigos e companheiros de luta. O mesmo Bruno já foi baleado pela polícia militar que atirava com bala letal no contexto das Jornadas de Junho. Bruno também era distribuidor do Jornal A Voz da Favela que pertence à ANF que o acolheu e lamentou seu falecimento.
Após o ato, a placa que havia sido retirada foi entregue à instituição e o que se espera é que a placa provisória que homenageia o Bruno seja substituida por uma fixa mantendo a devida homenagem.
Bruno Alves, presente na luta!
Mais notícias sobre o falecimento: https://www.facebook.com/agenciadenoticiasdasfavelas/posts/1328501540605342
Um pouco mais sobre a ocupação do bandejão: https://midiaindependente.org/?q=node/370
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de 2018 teve como tema "Ciência para redução das desigualdades". Com intuito de trazer uma abordagem crítica sobre o tema, o Portal Autônomo de Ciências convidou os professores Virgínia Fontes e Jose Helayel para participarem da mesa com título: "As Ciências Brasileiras têm de fato reduzido as desigualdades?"
A mesa aconteceu na Tenda da Ciência no campus de Manguinhos-RJ da Fiocruz no dia 17/10/2018. Confira abaixo:
No dia 8 de Junho, professores, estudantes, funcionários e apoiadores reuniram-se para decidir o futuro da greve. Em assembleia, foi deliberado que a greve continuaria, e partiram todos para a concentração do ato, marcada para 14 horas na Candelária.
Hoje, 04 de julho, um grupo de manifestantes seguiu em protesto pela Tijuca, ao redor da Praça São Francisco Xavier, no momento em que os torcedores do jogo Alemanha x França saiam do estágio em direção às estações de Metrô mais próximas. O ato foi iniciado na praça, seguindo pela avenida de mesmo nome até a esquina com a Av. Maracanã.
A Frente Terra e Autonomia (FTA) pede apoio para a construção do Centro Social Guarani-Kaiowá na comunidade Guarani-Kaiowá em Contagem, MG. Esta Comunidade é uma ocupação urbana que existe fade março de 2013 em um lote irregular de uma empreiteira abandonada e conta com 150 Famílias.
O nome Guarani-Kaiowá foi escolhido em homenagem à luta dos indígenas do centro-oeste brasileiro e agora quera querem construir um centro social com o mesmo nome para abrigar as reuniões comunitárias, assembleias e as mais diversas atividades sociais e culturais de interessa da comunidade.
Segundo orçamento feito pela comunidade, a construção custará R$ 8,100,00 para a compra de materiais e será realizado pelas próprias moradoras e moradores da comunidade.
Segue abaixo o pedido de apoio para a construção do Centro Social Guarani-Kaiowá, através da página https://www.catarse.me/centrosocialgk.
Nesta quinta-feira, 16 de junho, vários setores da educação se uniram em um ato unificado pela educação. Estavam presentes professores e alunos dos Colégios Estaduais e Federais e professores e alunos das Universidades Estadual e Federais do Rio de Janeiro.
No dia 13 de Julho, universitários, secundaristas, funcionários técnico-administrativos, professores e demais apoiadores da causa, ocuparam o corredor da reitoria da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), como um movimento unificado contra a precarização da educação e pelo boicote às olimpíadas.
No dia 9 de julho de 1917, às portas da fábrica Mariângela, no Brás, o sapateiro espanhol José Inegues Martinez, de 21 anos, era morto pela polícia em meio a mais uma das inúmeras paralisações que compuseram o cenário da primeira greve geral do país.