[Editorial] Passaremos com a Revolta Popular
Uma breve análise sobre os atos contra a PEC 55 em Brasília-DF
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Uma breve análise sobre os atos contra a PEC 55 em Brasília-DF
Recentemente, o MEC sinalizou uma grande reforma no Ensino Médio nacional. O argumento para tal é o desinteresse gerado pelo modelo atual de escola, o que acaba tornando o índice de evasão escolar muito alto (cerca de 7,5%). Todavia, a proposta do governo vem sendo problematizada, sobretudo por professores e estudantes secundaristas, que são os principais afetados com a reforma. Mas por que a polêmica?
Nesta quarta-feira, dia 02 de março, estudantes da rede estadual de ensino do estado do Rio de Janeiro se unem à luta dos professores por melhores condições na qualidade da educação pública, marcando manifestações à partir das 7 horas da manhã.
O MST denuncia a “escalada da repressão contra a luta pela terra, onde predominam os interesses do agronegócio associado a violência do Estado de Exceção” após ação da Polícia Civil do PR nesta sexta.
04 de março foi mais um dia de luta para os estudantes secundaristas de Niterói. Alunos dos Colégios Estaduais David Capistano, Machado de Assis, Hilário Ribeiro, Conselheiro Josino, Luciano Pestre, Manoel de Abreu, Rodolfo Siqueira, Aurelino Leal, o Instituto de Educação Clélia Nanci e o Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho-IEPIC, ocuparam a Alameda São Boaventura no bairro do Fonseca.
Impressões sobre a construção de cultura e educação revolucionárias no norte da Síria
A cultura revolucionária é muitas vezes pensada como a criação de algo completamente novo no processo de transformação radical da sociedade. As ideias da antiga ordem ideológica são jogadas no lixo da história e substituídas por completo por aquelas que representam os anteriormente subjugados e oprimidos. Claro, na prática nunca foi tão fácil ou trivial em qualquer revolução até à data. Além disso, em sociedades que viram culturas indígenas reprimidas pelos poderes estabelecidos, as formas de expressão marginalizadas e às vezes ilegais podem, na virtude de seu próprio antagonismo com o Estado, serem de caráter revolucionário apesar de não terem sentido "novo". Tal é a realidade hoje no norte da Síria, em que não só a língua e a cultura curdos, mas também as das 25 ou 30 etnias diferentes dos árabes que residem lá, são novamente analisadas e praticadas.
Nesta sexta-feira, 04 de outubro, cerca de 30 estudantes ocuparam a Câmara Municipal de Niterói contra a série de reformas que visam a privatização e o sucateamento do ensino público.
Pouco antes do início do jogo do Brasil, no sábado (28/06), a praia de Copacabana foi tomada por diversos movimentos sociais que participavam do segundo ato “Copa na Rua”. A comissão de frente do “Choque de amor” deu o tom da manifestação que seguiu tranquila do Posto 6 até o Leme, apesar do imenso número de policiais acompanhando a passeata. Próximo ao Copacabana Palace houve uma pausa para leitura coletiva de um manifesto pelo direito à cidade.
DIA DO ORGULHO LGBT
Nesta quarta-feira, 10 de dezembro, foi realizado o Ato Unificado convocado pela categoria dos Garis, com a chamada: “GARIS convocam PASSEATA UNIFICADA dos trabalhadores, movimentos sociais, organizações políticas e ativistas!”.
Nesta segunda-feira, dia 09, os estudantes do movimento estudantil Secundaristas em Luta RJ, ocuparam as ruas do Centro de Niterói em resposta às ultimas medidas da Secretaria de Educação do estado do Rio de Janeiro (SEEDUC).
Nesta sexta-feira, 20 de maio, ocorreu a segunda manifestação dos estudantes secundaristas contra o autoritarismo da Secretaria de Educação, que vêm tomando medidas para acabar com as ocupações sem atender as principais pautas dos estudantes dos Colégios Estaduais, que sofrem com o abandono e com o projeto de precarização.
(um relato e reflexão sobre o ato do dia 29/11/2016)
Estivemos neste domingo (12/10) na Nova Parada LGBT do RJ, na praia de Copacabana. Confira a galeria de fotos e leia o Manifesto.
Família de pescadores Caiçara da Praia do Sossego em em Niterói estão sob ameaça de remoção. A política de remoções que já retirou mais de 40,000 pessoas nos últimos 2 anos só na cidade do Rio de Janeiro. avança também em todo o Estado.