Curitiba

Centro de Mídia Independente

O MPL Curitiba não possui qualquer relação com o indivíduo que se declara REPRESENTANTE DOS USUÁRIOS no CMT ? Conselho Municipal do Transporte, qual seja Luiz Felippe de Castro Henning. O referido indivíduo não integra organicamente o Movimento Passe Livre de Curitiba, apesar de utilizar-se do ambíguo título de ?Entidade Representativa do Sinditest/ Passe Livre?.

Na verdade, o mais provável é que o referido indivíduo desenvolva proposta ligada ao SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO TERCEIRO GRAU PÚBLICO DE CURITIBA, REGIÃO METROPOLITANA E LITORAL DO ESTADO DO PARANÁ ? SINDITEST, atualmente ligado ao PSTU.

O MPL Curitiba desenvolve ações de base, ligadas ao combate à desinformação promovida junto à população, relacionados ao transporte coletivo de Curitiba. A ação direta é nossa principal estratégia. Outro viés de ação é a mobilização e agitação política junto a bases populares, entretanto, esta atividade vem sendo prejudicada justamente por métodos rasteiros de calúnia e perseguição pessoal promovidos por sindicatos ligados a certos partidos políticos e estudantes pertencentes a coletivos aparelhados por estes partidos.

Estamos acostumados aos nefastos métodos de partidos políticos de esquerda que não aceitam a autonomia do movimento popular, querendo aparelhá-los a qualquer custo, como fazem com muitos sindicatos.

Neste momento, é importante lembrar que o CMT é um conselho Chapa Branca, usado para falsificar a participação popular. Isso já foi denunciado pelo MPL Curitiba várias vezes. Como se pode ver no link a seguir, o referido conselho se compõe de 11 membros, sendo que nove são de órgãos de governo, um é da PUC, um é do sindicato dos motoristas e cobradores e aquele que se afirma representante dos usuários é do sindicato de professores de universidades públicas.

 http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/conselho-municipal-de-transporte-toma-posse-na-semana-que-vem/35933

Email:: MPLCURITIBA@RISEUP.NET
URL:: FUREOTUBO.WORDPRESS.COM

CMI

O GERAE - grupo experimento rural
agroecológico ligado ao núcleo
anarquista de curitiba - juntamente
com OCEL - ocupação cultural espaço
da liberdade - convidam à todas pessoas
interessadas em trocar experiências, sementes
crioulas e técnicas de cultivo livre nos dias
22/3, 29/3, 5/4 e 12/4.O endereço é R. SÃO FRANCISCO -
CENTRO -Curitiba -Pr.

Email:: cmicuritiba@riseupnet
URL:: http://experimentorural.blogspot.com.br/

O Prefeito Cesar Silvestri agiu de forma autoritária na instituição do
Decreto 4433/2015 que autoriza o aumento da tarifa!
Mpl Guarapuava
20 h ·COMUNICADO IMPORTANTE!

O Prefeito Cesar Silvestri agiu de forma autoritária na instituição do Decreto 4433/2015 que autoriza o aumento da tarifa!

Há uma lei Municipal (link abaixo) que OBRIGA A REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA para o aumento da tarifa!

PREFEITO BURLANDO A PRÓPRIA LEI DO MUNICÍPIO!!

O MPL JÁ ENTROU COM UMA DENÚNCIA JUNTO AO MINISTÉRIO PÚBLICO SOBRE ESSE ATO DE IMPROBIDADE!

AUDIÊNCIA PÚBLICA JÁ!!!

PASSE LIVRE JÁ!!!

 http://www.pmg.pr.gov.br/leis/arquivos/2012/2054.pdf

Fotos do ato AQUI

Terça, 2 de Fevereiro - Boca Maldita

O prefeito Gustavo Fruet confirmou que a tarifa de ônibus em Curitiba
ia aumentar em fevereiro. O governador ameaçou desintegrar o transporte
coletivo da região metropolitana.


Isso significa que quem mora mais longe pagará tarifa mais cara.

Movimentar-se pela cidade, algo pelo qual não deveríamos ter que pagar,

agora vai custar R$ 3,20 pelo menos. Cada vez que a tarifa sobe, aumenta

o número de pessoas excluídas do transporte coletivo.

Com menos gente circulando, novos aumentos serão necessários,
numa espiral que diminui cada vez mais o direito à cidade da população.Na terça-feira, dia 02/02, cerca de 1500 pessoas foram às ruas do centro
da cidade no 1º Grande Ato Contra o Tarifaço que marcou a enorme indignação
da população com mais esse aumento. Os governos ignoraram à justa
reivindicação popular contra a tarifa. A marcha exigia a revogação dos
aumentos decretados.O trajeto decidido em plenária foi seguir pelas principais avenidas do
centro de Cúritiba a fim de causar congestionamento e assim dialogar
com a população sobre os exorbitantes preços do ônibus. O objetivo era
chegar até a empresa que administra e urbaniza a cidade, URBS.
A proposta era criar um fato político contra a gestão de tecnocratas
empregados desde a ditadura militar nos mesmos cargos, que tem
atraso os processo que condena a empresa e empresários a baxar
a tarifa para R$2,23.Segundo o sítio do Ministério Público do Paraná a URBS recorreu pelo
menos seis vezes como estratégia proteladora.Infelizmente não alcançaram o objetivo, pois a infiltração de partidos
eleitoreiros, protegidos pela FLPT, racharam o ato em dois e dispersaram
após tentativa de implosão.Apesar de toda onda governista infiltrada, na próxima quinta-feira,
dia 05/02, na Boca Maldita, voltam a tomar as ruas do centro
no 2° GRANDE ATO CONTRA O TARIFAÇO!
fotos: CMI


Terça, 5 de Fevereiro - Boca Maldita

O prefeito Gustavo Fruet confirmou aumento da tarifa de ônibus

em Curitiba para dia 6/2/2015. O governador afirma desintegrar
o transporte coletivo da região metropolitano que significa que
quem mora mais longe pagará tarifa mais cara. Pelo lucro dos
empresários do transporte coletivo, a prefeitura aumenta o número
de pessoas excluídas do transporte coletivo.
Com menos gente circulando, novos aumentos serão necessários,
numa espiral que diminui cada vez mais o direito à cidade da população.Na quinta-feira, dia 05/02, cerca de 350 pessoas foram às ruas do

centro da cidade no 2º Grande Ato Contra o Tarifaço. A diminuição de
manifestantes foi causada pela frustração do último ato não te alcançado
seu objetivo.Logo no inicio do ato, foi flagrante a divisão entre dois grupos. Uma plenária

que intuía unificar o ato resultou em um acirramento entre as duas tendências,
logo após a REDE CONTRA O TARIFAÇO vencer a proposta de trajeto com
objetivo de ocupar a URBS, por algumas horas.
Outro grupo, a frente de luta de transporte popular, FLPT, ao perder
expressivamente a votação utilizou como fantoche o movimento feminista
para desviar a atenção da população e leu uma carta contra uma suposta
agressão machista. Garotas do MPL-Curitiba rebateram, apresentaram
sentença judicial que condenou a suposta vítima. Ainda, convocou uma
plenária de esclarecimento sobre o caso na Segunda dia 9/2, às 18hs
na praça Santos Andrade.Logo após a leitura, a FLPT implodiu a plenária, abandonou parte de seus

materiais (faixas, tintas, sprays e instrumentos) e tomou a frente da
manifestação e alterou o itinerário irado na plenária.
Durante a passeata, muitas pessoas deixaram a manifestação por entender
que a população foi usada como moeda de disputa entre duas organizações.?Eu vim para lutar contra o aumento da Tarifa dos ônibus, mas depois da

leitura da carta eu desanimei. Então tenha nada haver com essa disputa
entre os grupos e não servirei de instrumento para disputas? - Dani, estagiária
do Tribunal de Justiça, que expôs sua indignada crítica à organização do ato.Houve tentativa de diálogo com FLPT, mas o acordo era seguir sem acordo.

Cerca de 150 pessoas continuaram a marchar até a frente da prefeitura.
Uma plenária de encerramento foi feita e convocou uma 3º ato para o dia
10/2, na Praça Santos Andrade.Infelizmente, mais uma vez a manifestação não alcançou o objetivo.

Fotos: CMI


Curitiba é conhecida pelo plano diretor rígido desde sua concepção.
Conceitos como gentrificação, adensamento e cidades dormitórios rondam o planejamento urbano dessa capital.

Para um bom bate papo sobre esses temas, o MPL-Curitiba convida Roberto Ghidini vindo diretamente da Universidade de Madrid para Curitiba.

Sabemos que para derrubar os R$3,30 grandes marchas são insuficientes. É preciso que toda a população esteja organizada em seus bairros, com seus vizinhos, para discutir a continuidade da luta. A organização popular organizada em todo canto da cidade é a única capaz de derrubar as tarifas.


No dia 30/01, o prefeito e o governador anunciaram mais um aumento das tarifas e Curitiba e Região Metropolitana, mas de fato o aumento será decretado oficialmente dia 6/2, sexta feira. Transportar-se pela cidade, algo pelo qual não deveríamos ter que pagar nada, passa custar R$ 3,30.

O próprio MP-Pr acaba de provar o que todo mundo já sabia: a passagem pode custar no mínimo R$ 2,23.
É absurdo que os empresários do transporte lucrem muito acima da média para o setor e desviem bilhões e nada aconteça. Exigimos que o lucro exorbitante das empresas sejam auditados por uma empresa de fora para que seja cobrado todo dinheiro roubado. Isso seria suficiente para manter o preço da tarifa ou até mesmo reduzi-la.

Não defendemos o passe escolar para estudantes porque essa é uma maneira populista da Prefeitura responder à luta do povo o que gera despolitização e esvaziamento dos protestos. A essa manobra chamamos de ‘gratuísmo’.
Nossa luta é pela Tarifa Zero e enquanto o transporte for tratado como mercadoria, enquanto houver tarifa e aumentos, haverá revolta popular!
Transporte coletivo público é um direito!

O prefeito Gustavo Fruet já confirmou que a tarifa de ônibus em Curitiba vai aumentar em fevereiro. O governador ameaça desintegrar o transporte coletivo da região metropolitana.
Significa que quem mora mais longe pagará tarifa mais cara. Movimentar-se pela cidade, algo pelo qual não deveríamos ter que pagar, agora vai custar R$ 3,20 pelo menos.
Cada vez que a tarifa sobe, aumenta o número de pessoas excluídas do transporte coletivo. Com menos gente circulando, novos aumentos serão necessários, numa espiral que diminui cada vez mais o direito à cidade da população.

Entre nós e a cidade (que nós mesmos fazemos funcionar!) existe uma catraca que cobra cada vez mais caro. É que para os de cima, ninguém tem que sair da periferia se não for para trabalhar ou ? se tiver dinheiro ? para consumir.

Além disso, nos obrigam a pagar por ônibus lotados em linhas e trajetos sobre os quais nada decidimos.

Por isso convocamos todas e todos para o 1º GRANDE ATO CONTRA A TARIFA, na seunda-feira (02/02), com concentração a partir das 17h na boca maldita. Como sempre, a prefeitura alega que o aumento é inferior à inflação do período. Mas um direito pode ser medido pela inflação? O direito de se locomover não deve ter preço. Transporte não é mercadoria!

Cobrar pelo transporte ? que deveria ser público de verdade ? e ainda aumentar esse preço é uma escolha política pela exclusão de pessoas e em favor do lucro dos empresários de ônibus. Este aumento soa mais absurdo quando constatamos que a CPI da URBS provou que milhões foram desviados pelas empresas do transporte. Reduzir seu lucro exorbitante e cobrar o dinheiro roubado seria suficiente para manter o preço da tarifa ou até mesmo reduzi-la.

O passe livre estudantil é uma manobra da prefeitura para desmobilizar a luta pela Tarifa Zero mote da luta do povo, que foi às ruas em 2013. A medida ainda está longe do que é fundamental: enquanto o transporte continuar sendo tratado como mercadoria e enquanto houver tarifa e aumentos, haverá luta da população, se organizando e resistindo em cada canto da cidade!

Não aceitaremos nenhum centavo a mais! Agora é congelar e zerar!
A luta segue até tarifa zero para TODAS E TODOS!
REDE CONTRA O TARIFAÇO

redecontraotarifaco@gmail.com

mplcuritiba@riseup.net

Grupo de Estudos Anarquista de Curitiba (GEAC), que atua desde 2004, chama o VI Ciclo de Estudos Anarquista.   O encontro acontecerá sexta feira, dia 30 de janeiro de 2015, às 18hs, nas escadarias da biblioteca pública do paraná. Mais informações, escreva para: nac@riseup.net

http://estudosanarquistadecuritiba.blogspot.com.br