Curitiba

Centro de Mídia Independente

O Prefeito Cesar Silvestri agiu de forma autoritária na instituição do
Decreto 4433/2015 que autoriza o aumento da tarifa!
Mpl Guarapuava
20 h ·COMUNICADO IMPORTANTE!

O Prefeito Cesar Silvestri agiu de forma autoritária na instituição do Decreto 4433/2015 que autoriza o aumento da tarifa!

Há uma lei Municipal (link abaixo) que OBRIGA A REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA para o aumento da tarifa!

PREFEITO BURLANDO A PRÓPRIA LEI DO MUNICÍPIO!!

O MPL JÁ ENTROU COM UMA DENÚNCIA JUNTO AO MINISTÉRIO PÚBLICO SOBRE ESSE ATO DE IMPROBIDADE!

AUDIÊNCIA PÚBLICA JÁ!!!

PASSE LIVRE JÁ!!!

 http://www.pmg.pr.gov.br/leis/arquivos/2012/2054.pdf

Fotos do ato AQUI

Terça, 2 de Fevereiro - Boca Maldita

O prefeito Gustavo Fruet confirmou que a tarifa de ônibus em Curitiba
ia aumentar em fevereiro. O governador ameaçou desintegrar o transporte
coletivo da região metropolitana.


Isso significa que quem mora mais longe pagará tarifa mais cara.

Movimentar-se pela cidade, algo pelo qual não deveríamos ter que pagar,

agora vai custar R$ 3,20 pelo menos. Cada vez que a tarifa sobe, aumenta

o número de pessoas excluídas do transporte coletivo.

Com menos gente circulando, novos aumentos serão necessários,
numa espiral que diminui cada vez mais o direito à cidade da população.Na terça-feira, dia 02/02, cerca de 1500 pessoas foram às ruas do centro
da cidade no 1º Grande Ato Contra o Tarifaço que marcou a enorme indignação
da população com mais esse aumento. Os governos ignoraram à justa
reivindicação popular contra a tarifa. A marcha exigia a revogação dos
aumentos decretados.O trajeto decidido em plenária foi seguir pelas principais avenidas do
centro de Cúritiba a fim de causar congestionamento e assim dialogar
com a população sobre os exorbitantes preços do ônibus. O objetivo era
chegar até a empresa que administra e urbaniza a cidade, URBS.
A proposta era criar um fato político contra a gestão de tecnocratas
empregados desde a ditadura militar nos mesmos cargos, que tem
atraso os processo que condena a empresa e empresários a baxar
a tarifa para R$2,23.Segundo o sítio do Ministério Público do Paraná a URBS recorreu pelo
menos seis vezes como estratégia proteladora.Infelizmente não alcançaram o objetivo, pois a infiltração de partidos
eleitoreiros, protegidos pela FLPT, racharam o ato em dois e dispersaram
após tentativa de implosão.Apesar de toda onda governista infiltrada, na próxima quinta-feira,
dia 05/02, na Boca Maldita, voltam a tomar as ruas do centro
no 2° GRANDE ATO CONTRA O TARIFAÇO!
fotos: CMI


Terça, 5 de Fevereiro - Boca Maldita

O prefeito Gustavo Fruet confirmou aumento da tarifa de ônibus

em Curitiba para dia 6/2/2015. O governador afirma desintegrar
o transporte coletivo da região metropolitano que significa que
quem mora mais longe pagará tarifa mais cara. Pelo lucro dos
empresários do transporte coletivo, a prefeitura aumenta o número
de pessoas excluídas do transporte coletivo.
Com menos gente circulando, novos aumentos serão necessários,
numa espiral que diminui cada vez mais o direito à cidade da população.Na quinta-feira, dia 05/02, cerca de 350 pessoas foram às ruas do

centro da cidade no 2º Grande Ato Contra o Tarifaço. A diminuição de
manifestantes foi causada pela frustração do último ato não te alcançado
seu objetivo.Logo no inicio do ato, foi flagrante a divisão entre dois grupos. Uma plenária

que intuía unificar o ato resultou em um acirramento entre as duas tendências,
logo após a REDE CONTRA O TARIFAÇO vencer a proposta de trajeto com
objetivo de ocupar a URBS, por algumas horas.
Outro grupo, a frente de luta de transporte popular, FLPT, ao perder
expressivamente a votação utilizou como fantoche o movimento feminista
para desviar a atenção da população e leu uma carta contra uma suposta
agressão machista. Garotas do MPL-Curitiba rebateram, apresentaram
sentença judicial que condenou a suposta vítima. Ainda, convocou uma
plenária de esclarecimento sobre o caso na Segunda dia 9/2, às 18hs
na praça Santos Andrade.Logo após a leitura, a FLPT implodiu a plenária, abandonou parte de seus

materiais (faixas, tintas, sprays e instrumentos) e tomou a frente da
manifestação e alterou o itinerário irado na plenária.
Durante a passeata, muitas pessoas deixaram a manifestação por entender
que a população foi usada como moeda de disputa entre duas organizações.?Eu vim para lutar contra o aumento da Tarifa dos ônibus, mas depois da

leitura da carta eu desanimei. Então tenha nada haver com essa disputa
entre os grupos e não servirei de instrumento para disputas? - Dani, estagiária
do Tribunal de Justiça, que expôs sua indignada crítica à organização do ato.Houve tentativa de diálogo com FLPT, mas o acordo era seguir sem acordo.

Cerca de 150 pessoas continuaram a marchar até a frente da prefeitura.
Uma plenária de encerramento foi feita e convocou uma 3º ato para o dia
10/2, na Praça Santos Andrade.Infelizmente, mais uma vez a manifestação não alcançou o objetivo.

Fotos: CMI


Curitiba é conhecida pelo plano diretor rígido desde sua concepção.
Conceitos como gentrificação, adensamento e cidades dormitórios rondam o planejamento urbano dessa capital.

Para um bom bate papo sobre esses temas, o MPL-Curitiba convida Roberto Ghidini vindo diretamente da Universidade de Madrid para Curitiba.

Sabemos que para derrubar os R$3,30 grandes marchas são insuficientes. É preciso que toda a população esteja organizada em seus bairros, com seus vizinhos, para discutir a continuidade da luta. A organização popular organizada em todo canto da cidade é a única capaz de derrubar as tarifas.


No dia 30/01, o prefeito e o governador anunciaram mais um aumento das tarifas e Curitiba e Região Metropolitana, mas de fato o aumento será decretado oficialmente dia 6/2, sexta feira. Transportar-se pela cidade, algo pelo qual não deveríamos ter que pagar nada, passa custar R$ 3,30.

O próprio MP-Pr acaba de provar o que todo mundo já sabia: a passagem pode custar no mínimo R$ 2,23.
É absurdo que os empresários do transporte lucrem muito acima da média para o setor e desviem bilhões e nada aconteça. Exigimos que o lucro exorbitante das empresas sejam auditados por uma empresa de fora para que seja cobrado todo dinheiro roubado. Isso seria suficiente para manter o preço da tarifa ou até mesmo reduzi-la.

Não defendemos o passe escolar para estudantes porque essa é uma maneira populista da Prefeitura responder à luta do povo o que gera despolitização e esvaziamento dos protestos. A essa manobra chamamos de ‘gratuísmo’.
Nossa luta é pela Tarifa Zero e enquanto o transporte for tratado como mercadoria, enquanto houver tarifa e aumentos, haverá revolta popular!
Transporte coletivo público é um direito!

O prefeito Gustavo Fruet já confirmou que a tarifa de ônibus em Curitiba vai aumentar em fevereiro. O governador ameaça desintegrar o transporte coletivo da região metropolitana.
Significa que quem mora mais longe pagará tarifa mais cara. Movimentar-se pela cidade, algo pelo qual não deveríamos ter que pagar, agora vai custar R$ 3,20 pelo menos.
Cada vez que a tarifa sobe, aumenta o número de pessoas excluídas do transporte coletivo. Com menos gente circulando, novos aumentos serão necessários, numa espiral que diminui cada vez mais o direito à cidade da população.

Entre nós e a cidade (que nós mesmos fazemos funcionar!) existe uma catraca que cobra cada vez mais caro. É que para os de cima, ninguém tem que sair da periferia se não for para trabalhar ou ? se tiver dinheiro ? para consumir.

Além disso, nos obrigam a pagar por ônibus lotados em linhas e trajetos sobre os quais nada decidimos.

Por isso convocamos todas e todos para o 1º GRANDE ATO CONTRA A TARIFA, na seunda-feira (02/02), com concentração a partir das 17h na boca maldita. Como sempre, a prefeitura alega que o aumento é inferior à inflação do período. Mas um direito pode ser medido pela inflação? O direito de se locomover não deve ter preço. Transporte não é mercadoria!

Cobrar pelo transporte ? que deveria ser público de verdade ? e ainda aumentar esse preço é uma escolha política pela exclusão de pessoas e em favor do lucro dos empresários de ônibus. Este aumento soa mais absurdo quando constatamos que a CPI da URBS provou que milhões foram desviados pelas empresas do transporte. Reduzir seu lucro exorbitante e cobrar o dinheiro roubado seria suficiente para manter o preço da tarifa ou até mesmo reduzi-la.

O passe livre estudantil é uma manobra da prefeitura para desmobilizar a luta pela Tarifa Zero mote da luta do povo, que foi às ruas em 2013. A medida ainda está longe do que é fundamental: enquanto o transporte continuar sendo tratado como mercadoria e enquanto houver tarifa e aumentos, haverá luta da população, se organizando e resistindo em cada canto da cidade!

Não aceitaremos nenhum centavo a mais! Agora é congelar e zerar!
A luta segue até tarifa zero para TODAS E TODOS!
REDE CONTRA O TARIFAÇO

redecontraotarifaco@gmail.com

mplcuritiba@riseup.net

Grupo de Estudos Anarquista de Curitiba (GEAC), que atua desde 2004, chama o VI Ciclo de Estudos Anarquista.   O encontro acontecerá sexta feira, dia 30 de janeiro de 2015, às 18hs, nas escadarias da biblioteca pública do paraná. Mais informações, escreva para: nac@riseup.net

http://estudosanarquistadecuritiba.blogspot.com.br


Após uma rodada de apresentação e informes diversos @ militante do
MPL-Curitiba foi iniciada a exposição do projeto de Parceria Público
Popular de Tarifa Zero - PPPop-Tz.

Uma fase introdutória para construção do projeto veio dos anos de acúmulo
do movimento passe livre de curitiba que se debruçou durante esses 9 anos
de militância sobre as especificidades da capital paranaense e seu projeto
urbanístico.

OBJETIVO

Formação da classe trabalhadora sobre a importância do transporte coletivo
como vetor direto da conservação da pobreza e aprofundamento das
desigualdades sociais.

A CONJUNTURA
O conceito de mobilidade urbana tem estado no foco de movimentos efêmeros
ligados, principalmente, a estilo de vida que não corrobora com a posição
assumida pelo MPL-Curitiba.

Essa linha com corte bem definido pela luta de classes a partir da crítica
ao sistema de transporte coletivo é o alvo para se expor as contradições
endógenas da exploração homem pelo homem.

É nessa perspectiva que o movimento integra, junto a outras várias
organizações, a luta pela gratuidade no transporte coletivo.


CONTRADIÇÕES ECONÔMICAS DA EXPLORAÇÃO DA MOBILIDADE
Elementos para composição do PPPop-Tz.

Importante analisar as contradições vindas do projeto vale transporte.
Implementado na metade dos anos oitenta pelo engenheiro Affonso Camargo. O
que parecia ser uma conquista popular na verdade era um grande golpe.
Inaugurou, assim, o empreendedorismo privado na vida pública ou expertise
do golpe ao trabalhador.

A regressão tributária é um fator preponderante em contraste com a tarifa
do transporte coletivo. Grande parte da carga tributária é paga pelos
que ganham salário mínimo. Segundo dados do DIEESE 50% do
rendimento dessas famílias são para os tributos cobrados pelo governo.
Por outro lado, o IPEA aponta que famílias com ganhos superiores a trinta
salários minimo gastam em torno de 25% de seu rendimento com impostos do
estado, podendo chegar a 10%.

Sistema autogestionário.
Notamos a impossibilidade dos sistema autogestionário nos conselhos de
fábrica graças ao sistema capitalista que tem conseguido se reorganizar
economicamente e destruir iniciativas populares. Ressaltamos o caso das
fábricas ocupadas nos anos 2000 na Argentina.

Sistema Liberal X Planificação da economia
A planificação da economia seria uma alternativa ao sistema de
competitividade do mercado. Nesse ponto, entendemos que existem
implicações como por exemplo: não havendo mercado e competitividade alguns
economistas apontam a falta de precificação dos produtos como entrave para
o cálculo da demanda necessária a ser produzida.

Autogestão, realizada pelo MTD argentino (movimento dos trabalhadores
desempregados), marcou as experiências libertárias em que o próprio
trabalhador produz e determina a comercialização de maneira cooperativada
sem a figura do patrão.

Outro ponto ser considerado para a construção do PPPop-Tz foi o
corporativismo fisiologista em oposição ao universalismo no interior dos movimentos sociais. Os exemplos mais
próximos são:
-Movimento feminista como guerra contra um gênero e não como emancipação feminina;
-Movimento étnico com a guerra contra uma etnia e não como emancipação feminina;
-Movimento de luta pelo transporte coletivo: Tarifa Zero X Passe Livre
Estudantil

No projeto ‘Metro Curitibano’, desde 2007 apreciado pelo MPL-Curitiba com
todo cuidado, detectamos mais um golpe bilionário pro trabalhador assim
como denunciado por nós a licitação fraudulenta do transporte coletivo de
Curitiba.

Esses são os elementos constituinte para o forjamento da proposta de
Tarifa zero d MPL-Curitiba.

POR QUÊ P.P.Pop.-T.z.?
PPP (parceria público privada) é mais uma ferramenta vinda do
empreendedorismo privado pra instância pública com a finalidade única de
privatização. Esse processo de privatização teve seu auge no governo de
FHC. As Parcerias Público-Privadas (PPPs) surgiram na Inglaterra, no
início da década de 1990, com um Programa Governamental de Incentivo ao
Investimento Privado no Setor Público ? Private Finance Initiative (PFI).
A partir de então, os demais países do Reino Unido e, em seqüência,
Canadá, Portugal, Chile, Itália, Alemanha,
África do Sul, dentre outros e com sucesso, implementaram semelhantes
programas. Hoje, mais de vinte países adotam o sistema. O projeto da
parceria público-privada foi implementado pelo Governo Lula em 2004 e
criou seu próprio modo de operar a tão difamada privatização sem levantar
muita insatisfação.
Atenção que devemos ter está na taxa interna de retorno (TIR) onde são
hiperfaturadas. Essa supervalorização das TIR é inclusive alvo de
processos movidos pelo MPL-Curitiba, no âmbito da PPP do Metrô Curitibano.

Pela falta de espaço sofrida pelo MPL-Curitiba tanto nas universidades da
cidade, quanto com os movimentos sociais ligados à alguma tendência
político-partidária enxergamos a ocasião do PMI (procedimento de
manifestação de interesse) - etapa que antecede o edital de de licitação
da PPP - uma oportunidade de divulgarmos nossa proposta de alternativa de
modal e gestão de sistema de transporte coletivo. Essa estratégia foi
reconhecida por professores de economia da UFBA como única até então por
inverter a lógica tecnicista de privatização em politização em torno do
direito de ir e vir.
O MPL-Curitiba foi óbviamente desclassificado pela prefeitura que não
apresentou formalmente quaisquer justificativas, mas conseguiu notoriedade
pela pretensão à concorrência a um edital bilhonário de licitação junto a
gigantes empreiteiras.

JUSTIICATIVA DO PPPo-Tz
Ressaltamos que o formato apresentado seguiu rigorasamente as
especificações exigidas para a concorrência ao edital de licitação do
projeto metro curitibano.
Damos destaque e importância vital ao plano de construção popular do PPPop-Tz contido no
anexo-1.

PROPOSTAS DO PPPop-Tz
-Não haverá dispensa dos cobradores já que essa função passará a não mais
existir e os mesmos serão realocados nas funções de motorista, fiscais e
trabalhos administrativos;
-Quem pagará pra que o sistema rode é a parcela mais abastada da
população. Os 15% das famílias detentora dos 90% das riquezas nacionais.
Uma mini reforma tributária advinda do imposto progressivo (paga mais quem
tem mais; paga menos quem tem menos; não paga quem não tem);
-A frota é recuperada pelo município e municipalizada. A gestão é feita
por uma cooperativa de trabalhadores autogestionada. O sistema de
circulação da frota feita por uma comissão municipal do transporte (CMT)
que terá membros das associações de bairro, sindicatos, cooperativa e
associações de trabalhadores e prefeitura paritariamente;
-Marca-se o fim da figura do mega-empresário do transporte coletivo;
-Fim dos benefícios fiscais para transnacionais.

DIVERGÊNCIAS DO PPPop-Tz COM DEMAIS MPLs
O MPL-Curitiba nota que outras propostas de tarifa zero não indicam de
fato como iriam sustentar o fundo de transporte para que o sistema de
ônibus aconteça resultam em mais impostos para aquela parcela da população
que mais paga impostos e menos recebe salário. A isso cunhamos a
terminologia ‘gratuísmo’ que se passa por uma gratuidade quando na verdade
conserva o antigo sistema de lucro dos empresários do transporte coletivo.
A Existe ainda a proposta de tarifa zero, defendida por alguns, que mantém
a figura do empresário de ônibus que explora o direito de mobilidade da
população com se fosse um negócio.

Link

Mobilização vem após aumento abusivo da passagem do transporte coletivo no último dia 11 de novembro. Na ocasião manifestantes alertavam a população transeunte sobre a mudança de critério na cobrança dos créditos no cartão transporte de passagem para reais; com isso usuários foram roubados sem que percebessem.

Na próxima segunda-feira (1º/12) a Rede Contra O Tarifaço se reúne na biblioteca pública para dar continuidade a campanha contra o abuso da tarifa do ônibus. O calçadão da Boca Maldita tem sido palco das mobilizações da Rede que na plenária de lançamento, no dia 27 de novembro, aprovou uma banca de coleta de abaixo assinado durante a semana a fim de apresentar insatisfação popular ao Ministério Público.

?O protesto é em repúdio a atitude da prefeitura que mais uma vez prioriza os altos lucros dos empresários em detrimento do péssimo serviço prestado à população dependente dos ônibus para sua mobilidade. Foi um ato grave para a democracia após manifestações de junho de 2013. O apartidarismo marca a Rede Contra o Tarifaço e cerca de 10 organizações já confirmaram presença. Também marcamos outro protesto, que ainda não definimos data, mas que será uma sequência deste, para exigir respostas da Câmara dos vereadores, URBS, Prefeitura e Ministério Público que já receberam nossa carta de repúdio ao aumento?, comenta Lg, militante da Frente de Ação Anarca Feminista.

No começo do mês, quando foi aprovada a nova tarifa, um grupo de militantes realizaram um ato em repúdio a nova tarifa nas galerias da câmara dos veradores. Além de palavras de ordem, os manifestantes portavam faixas e cartazes com frases como ?devemos derrubar a tarifa abusiva?, ?prefeitura favorece empresários do busão?.

Segundo Rato, manifestante ligada ao movimento Punk, o ato ?revelou a existência de pessoas que ainda não tinham a informação que houveram dois aumentos da tarifa em menos de uma semana?. Para a militante do MPL-Curitiba ?toda a população, todas as organizações da capital e região metropolitana devem repudiar com energia esse tipo de atitude da prefeitura?.

Reivindicações

A Rede Contra O Tarifaço tem como principal reivindicação a redução imediata da tarifa de R$ 2,85 para R$ 2,70 e congelamento, como sinal de compromisso da prefeitura com o movimento para então discutir alterativas para o sistema de transporte coletivo.

A médio prazo a rede defende o projeto de Tarifa Zero, PPPop-Tz (projeto de parceria público popular de tarifa zero). É o único projeto que discute de maneira popular uma alternativa para todo sistema de transporte coletivo. Por esse motivo a proposta tem dupla importância, segundo Claudete, militante pela luta do transporte na cidade de Rio Branco do Sul, região metropolitana, que ressalta a integração ampla, universal e irrestrita no transporte coletivo e direito à cidade.

O projeto só começou ser conhecido quando em 2013, o MPL-Curitiba deu entrada num projeto de TARIFA ZERO COMO CONSTRUÇÃO POPULAR, junto à PPP da prefeitura, na sessão pública de 26.08.13, quando foram recebidos projetos de mobilidade urbana e transporte coletivo para Curitiba. Foi aí que tomou força e a proposta cresceu.

?Não tenho dúvidas que o lançamento da Rede Contra O Tarifaço no dia 27 de novembro foi um ponto de discussão política sobre a situação do transporte coletivo na cidade, de ideias sobre alternativas para todo o sistema e um alerta importante aos políticos e empresários do transporte coletivo que a população a qualquer momento pode voltar às ruas como em Junho de 2013 e exigir mudanças profundas nos ônibus?, finaliza André Caon da Sociedad Peatonal.

Para maiores informações entre em contato pela página da Rede no Facebook:
https://www.facebook.com/pages/Rede-Contra-o-Tarifa%C3%A7o-Curitiba/1394805337476719

A seguir, o link para a íntegra do projeto PPPop-Tz:

https://docs.google.com/file/d/0ByK5lD_IarPNakZuUm1OMWV2SUk/edit?pli=1

email: contraotarifaco@gmail.com

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http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2014/01/527940.shtml

Email:: cmicuritiba@riseup.net
URL:: blogs.midiaindependente.org/curitiba